Depois de dias intensos, compartilho fotos de uma das ações que gosto muito de promover: visitas guiadas para arquitetos, designers de interiores, jornalistas e formadores de opinião. Já realizei encontros em diferentes espaços de circulação da arte, como galerias, museus e locais não convencionais.
Pela primeira vez, realizei uma visita na CASACOR SC, em Florianópolis, mediando uma conversa com a curadora Kamilla Nunes, idealizadora da CAIS Escola de Arte, que aceitou o desafio de percorrer a mostra, comentar e responder algumas perguntas: qual o papel da arte nos espaços expositivos não convencionais? Como podemos ler o espaço a partir das obras de arte? De que arte estamos falando? O que se vê nas paredes fala sobre repertório, mas como construir esse repertório no campo da arte? Como a obra de arte se relaciona com a arquitetura?
Falamos sobre o circuito das artes, a importância dos espaços expositivos não convencionais e situações específicas, algumas inaceitáveis, de apresentação da arte nesses ambientes. Fica a dica para que sejam disponibilizadas informações de fácil acesso sobre os artistas e as obras, com etiquetas de identificação, como se utiliza nas galerias, por exemplo.
As visitas guiadas são um dispositivo de construção de PONTES entre arte, arquitetura e design, contribuindo para a formação e ampliação de público, a construção de repertório e a divulgação dos artistas. A proposta foi olhar para os ambientes da mostra como MEIO de circulação da arte, um lugar de experimentação e construção de sentido.

Sentadas, jornalista Simone Bobsin, editora do ArqSC, curadora Kamilla Nunes, da CAIS Escola de Arte, arquiteta Beatriz Crippa; em pé, arquiteta Júlia Apple (direita) e Nathália, do marketing da ConTti. Foto Luma ReimannFinalizamos no Bar de Vinhos Sem Cerimônia, das arquitetas Júlia Appel e Beatriz Crippa, com um brinde oferecido pela ContTi, marca parceira do ArqSC e responsável pelo mobiliário do ambiente.
Obrigada à CASACOR SC, que abriu as portas para o encontro, à Kamilla, a quem participou para prestigiar, trocar e aprender, e aos parceiros que tornaram a ação possível.
Não faço nada sozinha. Gosto de andar de mãos dadas e levar todo mundo junto!




