• Sobre
  • Contato
  • Envie seu projeto
  • Publicidade
  • Vídeo
  • Podcast
ArqSC
  • Projetos
    • Tudo
    • Projetos SC
    L(ar)-casacorBC-foto-lio-simas

    L(ar): um espaço para permanecer

    Loft O Limiar do Invisível-fotos-Machiavelli Studio

    A arte como protagonista no “Loft O Limiar do Invisível”

    Casa amago-foto-Cristiano Bauce

    “Casa Âmago” aposta na materialidade e no reaproveitamento como princípios do projeto

    Avell Desvio Rubro-foto-casacorsc-foto-everson-martins

    “Avell Desvio Rubro”: e se o futuro não fosse branco, silencioso e climatizado?

    Peça para a base da pia. Casa Âmago, de Mariana Maïsonnave. Foto Lio Simas

    Juliano Guidi e o olhar sensível para os resíduos da natureza

    Casa ateliê construída em Florianópolis, Santa Catarina. Fotos Ronaldo Azambuja

    Poética construtiva na produção do Brasil Arquitetura

    Projeto Mariana Maisonnave-Foto: Fábio Jr Severo

    Projeto na Praia Brava foi concebido para atender diferentes ritmos das estações

    pavilhão de santa catarina-BAB-foto-denilson machado

    Pavilhão de Santa Catarina: o que não cabe no grid

    vitrine Contti-foto-fernando willadino

    Uma vitrine como exercício de repertório

  • Notícias
    • Tudo
    • Arquitetura
    • Urbanismo
    • Interiores
    • Design
    • Arte
    fenetare-espaço-janete-costa-foto-katia-veras

    Fenearte, uma muvuca boa

    objetos cansados-exposição-Bugilla-foto-divulgação

    Objetos cotidianos como campo de investigação

    ”Bar II”, 1973, acrílico sobre duratex, obra presenteada por Hassis ao colecionador Cris Dalla Nora/Foto Divulgação

    “Hassis – Diários Afetivos”: exposição reúne obras da Coleção Collaço Paulo

    patrimônio-semana da arquitetura

    Arquitetura, patrimônio e cidade em pauta

    Instalação têxtil-OTropicalista-divulgação

    Instalação têxtil propõe pensar a cidade e outros modos de vida

    cais escola de artes-foto-jessica-pellegrini-arqverso

    CAIS Escola de Artes inaugura em Florianópolis com agenda de cursos, laboratórios e ateliês

    Peça para a base da pia. Casa Âmago, de Mariana Maïsonnave. Foto Lio Simas

    Juliano Guidi e o olhar sensível para os resíduos da natureza

    Sala Mutações

    Estão abertas as inscrições para Residência Artística Arquivos Indisciplinados, no Mesc

    evento artefacto- Foto Mariana Boro

    Arquitetura expandida: a conversa como dispositivo de reflexão

  • Artigos
    hassis

    Arte integrada à arquitetura: o que a perda de um painel revela sobre preservação e técnica

    Oficina de criatividade Aurora Escola Livre com Luciana Florenzano, ação promovida pelo CAU-SC na Fundação Hermann Hering em Blumenau/SC. Foto acervo Aurora Escola Livre

    O que é uma escola livre de arquitetura

    ainda estou aqui

    O ano é 2025, arquitet@s do futuro, uni-vos!

    colapsos-foto-lucas reitz

    COLAPSO: o esvaziamento ético provoca reflexão sobre os desafios da prática arquitetônica

    REITZ-CasaCor-ArqSC

    CASACOR/SC Florianópolis: Caminhos para experimentações técnicas e inovação?

    arquitetura-luciana-florenzano

    Há um futuro na arquitetura que mora no nosso passado

    REITZ-Fogo-Imagem

    Fogo e Imagem

    Sala Memorial Meyer Filho, Fotografia Jess Pellegrini e Zans

    O futuro é mesmo coletivo e o tempo sempre relativo

    pintura-Clóvis Martins Costa

    “Entre o mergulho e a distância”: a pintura resiste

  • Entrevistas
    drag urbana por Jéssica Michels

    Drag Urbana, uma expressão que articula urbanismo, política e território

    4_heringmatriz_praça historica

    O acervo de Hans Broos e a urgência de discutir a custódia dos arquivos de arquitetura no país

    Marcelo salum-.Mostra Artefacto 2025-foto-marcoantonio

    Marcelo Salum: um ponto fora da mesmice

    Amazônia, em Santa Catarina, um dos primeiros projetos da TROOST+PESSOA Architects fora da região amazônica. Reúne as certificações LEED Platinum, WELL Platinum e LEED Zero

    Troost + Pessoa Architects: por uma arquitetura menos genérica

    @arqdesterro

    @arqdesterro: o arquivo da demolição em Florianópolis

    tour balneário camboriú-lauro andrade-Crédito Jonatan Fernandez

    “Design é território vivo”: os bastidores e a visão por trás da DW! Tour Balneário Camboriú

    arqsc entrevista

    ArqSC Entrevista integrou programação da Exposição de Design Catarinense

    design-ponto a

    Ana Claudia de Araujo e a habilidade para solucionar problemas na área do design

    balanço de dois-mart-studio-foto-lucas-reitz

    Mart Studio e o exercício do improviso

  • Eventos
    • Exposição de Design Catarinense
    • ArqSC conversa
    • Galeria de Fotos
    • Lançamentos anuário ArqSC
  • Colaboradores
  • Anuário
    • Edições on-line
    • Perfil da Revista
    • Anuário: últimas notícias
Sem resultados
Ver todos os resultados
ArqSC
  • Projetos
    • Tudo
    • Projetos SC
    L(ar)-casacorBC-foto-lio-simas

    L(ar): um espaço para permanecer

    Loft O Limiar do Invisível-fotos-Machiavelli Studio

    A arte como protagonista no “Loft O Limiar do Invisível”

    Casa amago-foto-Cristiano Bauce

    “Casa Âmago” aposta na materialidade e no reaproveitamento como princípios do projeto

    Avell Desvio Rubro-foto-casacorsc-foto-everson-martins

    “Avell Desvio Rubro”: e se o futuro não fosse branco, silencioso e climatizado?

    Peça para a base da pia. Casa Âmago, de Mariana Maïsonnave. Foto Lio Simas

    Juliano Guidi e o olhar sensível para os resíduos da natureza

    Casa ateliê construída em Florianópolis, Santa Catarina. Fotos Ronaldo Azambuja

    Poética construtiva na produção do Brasil Arquitetura

    Projeto Mariana Maisonnave-Foto: Fábio Jr Severo

    Projeto na Praia Brava foi concebido para atender diferentes ritmos das estações

    pavilhão de santa catarina-BAB-foto-denilson machado

    Pavilhão de Santa Catarina: o que não cabe no grid

    vitrine Contti-foto-fernando willadino

    Uma vitrine como exercício de repertório

  • Notícias
    • Tudo
    • Arquitetura
    • Urbanismo
    • Interiores
    • Design
    • Arte
    fenetare-espaço-janete-costa-foto-katia-veras

    Fenearte, uma muvuca boa

    objetos cansados-exposição-Bugilla-foto-divulgação

    Objetos cotidianos como campo de investigação

    ”Bar II”, 1973, acrílico sobre duratex, obra presenteada por Hassis ao colecionador Cris Dalla Nora/Foto Divulgação

    “Hassis – Diários Afetivos”: exposição reúne obras da Coleção Collaço Paulo

    patrimônio-semana da arquitetura

    Arquitetura, patrimônio e cidade em pauta

    Instalação têxtil-OTropicalista-divulgação

    Instalação têxtil propõe pensar a cidade e outros modos de vida

    cais escola de artes-foto-jessica-pellegrini-arqverso

    CAIS Escola de Artes inaugura em Florianópolis com agenda de cursos, laboratórios e ateliês

    Peça para a base da pia. Casa Âmago, de Mariana Maïsonnave. Foto Lio Simas

    Juliano Guidi e o olhar sensível para os resíduos da natureza

    Sala Mutações

    Estão abertas as inscrições para Residência Artística Arquivos Indisciplinados, no Mesc

    evento artefacto- Foto Mariana Boro

    Arquitetura expandida: a conversa como dispositivo de reflexão

  • Artigos
    hassis

    Arte integrada à arquitetura: o que a perda de um painel revela sobre preservação e técnica

    Oficina de criatividade Aurora Escola Livre com Luciana Florenzano, ação promovida pelo CAU-SC na Fundação Hermann Hering em Blumenau/SC. Foto acervo Aurora Escola Livre

    O que é uma escola livre de arquitetura

    ainda estou aqui

    O ano é 2025, arquitet@s do futuro, uni-vos!

    colapsos-foto-lucas reitz

    COLAPSO: o esvaziamento ético provoca reflexão sobre os desafios da prática arquitetônica

    REITZ-CasaCor-ArqSC

    CASACOR/SC Florianópolis: Caminhos para experimentações técnicas e inovação?

    arquitetura-luciana-florenzano

    Há um futuro na arquitetura que mora no nosso passado

    REITZ-Fogo-Imagem

    Fogo e Imagem

    Sala Memorial Meyer Filho, Fotografia Jess Pellegrini e Zans

    O futuro é mesmo coletivo e o tempo sempre relativo

    pintura-Clóvis Martins Costa

    “Entre o mergulho e a distância”: a pintura resiste

  • Entrevistas
    drag urbana por Jéssica Michels

    Drag Urbana, uma expressão que articula urbanismo, política e território

    4_heringmatriz_praça historica

    O acervo de Hans Broos e a urgência de discutir a custódia dos arquivos de arquitetura no país

    Marcelo salum-.Mostra Artefacto 2025-foto-marcoantonio

    Marcelo Salum: um ponto fora da mesmice

    Amazônia, em Santa Catarina, um dos primeiros projetos da TROOST+PESSOA Architects fora da região amazônica. Reúne as certificações LEED Platinum, WELL Platinum e LEED Zero

    Troost + Pessoa Architects: por uma arquitetura menos genérica

    @arqdesterro

    @arqdesterro: o arquivo da demolição em Florianópolis

    tour balneário camboriú-lauro andrade-Crédito Jonatan Fernandez

    “Design é território vivo”: os bastidores e a visão por trás da DW! Tour Balneário Camboriú

    arqsc entrevista

    ArqSC Entrevista integrou programação da Exposição de Design Catarinense

    design-ponto a

    Ana Claudia de Araujo e a habilidade para solucionar problemas na área do design

    balanço de dois-mart-studio-foto-lucas-reitz

    Mart Studio e o exercício do improviso

  • Eventos
    • Exposição de Design Catarinense
    • ArqSC conversa
    • Galeria de Fotos
    • Lançamentos anuário ArqSC
  • Colaboradores
  • Anuário
    • Edições on-line
    • Perfil da Revista
    • Anuário: últimas notícias
Sem resultados
Ver todos os resultados
ArqSC
Sem resultados
Ver todos os resultados

Início › Notícias › Objetos cotidianos como campo de investigação

Objetos cotidianos como campo de investigação

Instalação “Objetos Cansados”, de Joélson Buggilla, em Criciúma, desloca o olhar e convida o público a integrar a obra

Por Redação
30 jul 2026
em Notícias, Arte
objetos cansados-exposição-Bugilla-foto-divulgação

"Objetos Cansados-exposição de Bugilla, em Criciúma. Foto Divulgação

CompartilharTweetarEnviar

O que um objeto cansado tem a dizer? Deslocados do seu contexto, o que permanece? Essa é uma das questões que orientam “Objetos Cansados”, do artista Joélson Buggilla na Sala Edi Balod, da Unesc, em Criciúma. A abertura será dia 4 de agosto, às 19h30, com uma conversa entre o artista e o escritor Felipe Moreno, autor do texto que acompanha o trabalho.

A ocupação integra a pesquisa Cartografias do Cansaço, desenvolvida desde 2022. Objetos retirados de seu contexto habitual repousam sobre espumas de diferentes alturas e espessuras, deslocando o olhar. A obra permanece aberta à participação do público, que pode sugerir e entregar objetos para integrar a instalação, tornando-se parte da pesquisa.

objetos cansados-exposição-Bugilla-foto-divulgaçãoNatural de Criciúma e radicado em Florianópolis, Buggilla construiu sua trajetória entre a produção artística, a pesquisa e o ensino. Estudou Artes Visuais pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), frequentou o grupo de estudos da Escola Entrópica, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo/SP, e foi selecionado para o Programa de Formação de Práticas Artísticas Contemporâneas da EAV Parque Lage, no Rio de Janeiro. Foi vencedor do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea onde realizou residência na Cité Internationale des Arts, em Paris, e participou da residência artística na Jan van Eyck Academie, na Holanda.

convite-abertura“Objetos Cansados”

Entrega de objetos para o artista: Até 28 de agosto

Visitação:  até 14 de agosto

Abertura + conversa: 4 de agosto, às 19h30

Local: Sala Edi Balod – Espaço de Exposições e Laboratório de Artes Visuais | Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) – Av. Universitária, nº 1105 – Bairro Universitário – Criciúma (SC)

Entrada gratuita

 

 

 

 

 

“Objetos Cansados” por Felipe Moreno*

Martelo, livro, panela, molho de chaves: que fazem esses objetos à margem daquilo que lhes é designado? Um martelo que já não bate, uma panela que não esquenta nem chia, um livro não devorado, um molho de chaves distante de portas e fechaduras. Objetos disfuncionalizados , relacionais, apenas, com suas disfunções temporárias — e de tudo que irrompe a partir desse gesto, em mesma medida, simples e contraventor. Matérias morosas, interrompidas de movimento, afundam e gravam o macio. E o que a gravidade de seus corpos, de distintas matérias, pode conferir à superfície espumosa? Vamos repetir: gravidade, gravura: eles retumbam na espuma e, gestado o tempo lento, imprimem suas formas no pedaço que lhes serviu de abrigo à pausa, à interrupção da rotina maquinal, agitada, ruidosa. Suspensão e densidade: quase antônimos, mas não aqui. Na suspensão de seus ofícios de natureza, exaustos de operar as convencionalidades, os objetos adensam e produzem as diferenças. Ou, por outra, relaxam e, no seu improvável, no seu extraordinário relaxar, fazem emergir as possibilidades: curiosidade, estranheza, repúdio, bem-estar, perplexidade. A disfunção rumo à quietação provoca, no mínimo, um rasgo (um rasgo macio?) à condição desses inúmeros corpos hipnotizados pela supremacia da utilidade e da aceleração. Também é o ócio que nos privaram, nos roubaram. No lugar, inocularam a obsessão da identidade fixa, competência, performance e produtividade — esta última que só é reconhecida através do frenesi, da aceleração com cada dia menos margem de recuo, do superaquecimento dos sentidos. O burnout , fenômeno epidêmico do contemporâneo, vai além dos corpos e mentes; antes, define todo nosso sistema-mundo: neurônios e atmosfera terrestre superaquecem, rumo à exaustão e saturação completas, em razão da mesma cisma pelo excesso de atividade laboral, com uso de matéria tóxica, a fim de que produção e crescimento mantenham a ascensão contínua. A matriz dos estados de hipertrofia e febre generalizados é o progresso, esse deus que ainda não conseguimos matar — ou, ao menos, fazer relaxar. Ordem e progresso: coloquemos a cansada bandeira do Brasil sobre uma espuma e, em vez de tremular em hastes ou berrar em janelas e varandas, quem sabe ela descanse do seu cansaço; quem sabe ela negative seu positivismo e, assim, provoque outros sentidos e sensibilidades. Suspender — ou descansar — é abrir caminhos à invenção, à inventividade. Correr e acumular já nada criam, fingem que criam, mas enganam, iludem: somente acumulam, empilham e homogenizam experiências. A desembestada ordem do capital não tem outro
objetivo a não ser colonizar todas as instâncias da vida. Uma de suas maiores ambições é
tomar posse do nosso sono, instância final ditada, ainda, pela biologia. Jonathan Crary,
ensaísta e crítico de arte, nos fala desse operar em lógica 24/7, ininterruptamente, no estágio
de um capitalismo tardio, abolidor do sono — e dos sonhos. Assim seremos, seja ao meio-dia
ou às quatro da manhã, hamsters aditivados na roda que nunca para de girar.
O tecnocapitalismo do século 21 é o vírus já instalado em praticamente todos os
organismos vivos e contra o qual nenhum projeto socialista ainda foi capaz de produzir
vacina. Na pejotização da vida, o descanso não paga as contas, a vadiagem leva à miséria.
Andamos dessensibilizados à monotonia, desaprendidos das suas virtudes. Andamos inimigos
do ócio, exorcistas da vadiagem, esterilizadores da inatividade. Assim, mal damos conta que o
algoritmo já somos nós, em carne e consciência: código físico que apenas responde, sem
pausa justa ou hesitação, a miríade de problemas proposta pela máquina-chefe, num mesmo
prompt cego que só sabe operar pelo mais, mais, mais… e que atendemos, de imediato,
conduzidos por um mesmo circuito que já não reconhece outro campo, outra rede que pudesse
divergir da instrução, dizer não. Mesmo fora do trabalho, nos forçamos à superexcitação:
dentro das telas, dos feeds, dos reels , dos snaps , das bets. Lembremos do alerta: o mundo
digital nunca pausa ou repousa.
Mas o corpo, qualquer corpo cansado, que suspende a tarefa operacional, adensa e
descansa, o faz em gesto consciente; não o faz pela busca do prazer instantâneo, e seu
relaxamento tampouco tem a ver com desleixo. Trata-se, em último caso, de um gesto de
rebeldia consciente e uma sofisticada técnica de cuidado. De cuidado e atenção — para falar
de Simone Weil. E de uma vadiagem bem praticada, que nos recorda Nêgo Bispo.
Aqui, agora, por enquanto, podemos interagir com esses objetos que nada giram ou
consomem: o que eles podem nos provocar? A partir de seus cansaços, sua gravidade nas
espumas, no seu relaxamento e quietação, que perguntas podem fazer e que respostas podem
dar aos nossos corpos superaquecidos, frenéticos, portanto exaustos, que imploram a
suspensão do funcionamento das máquinas que se tornaram? Quando fora de seus
expedientes, anulados de seus serviços, é bonita e marcante as instruções que brotam pela via
não-humana, inanimada: se existe uma estética, também existe uma ética, uma pedagogia e
uma terapêutica do travesseiro, do serrote, do óculos, do liquidificador e da rede.

*escritor e editor de livros artesanais

Tags: arteexposição
CompartilharTweetarEnviar

Matérias Relacionadas

fenetare-espaço-janete-costa-foto-katia-veras
Arquitetura

Fenearte, uma muvuca boa

”Bar II”, 1973, acrílico sobre duratex, obra presenteada por Hassis ao colecionador Cris Dalla Nora/Foto Divulgação
Notícias

“Hassis – Diários Afetivos”: exposição reúne obras da Coleção Collaço Paulo

patrimônio-semana da arquitetura
Arquitetura

Arquitetura, patrimônio e cidade em pauta

Siga o ArqSC
Instagram Facebook-f Youtube Pinterest
Ouça o podcast arqsc
Spotify Apple Podcast Deezer Google
ArqSC NEWS
Assine nossa newsletter

© 2026 ArqSC – Portal de Arquitetura, Interiores, Design e Arte de Santa Catarina – Todos os Direitos Reservados.

  • Sobre
  • Contato
  • Envie seu projeto
  • Publicidade
  • Vídeo
  • Podcast
Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Projetos
  • Notícias
  • Artigos
  • Entrevistas
  • Eventos
    • Exposição de Design Catarinense
    • ArqSC conversa
    • Galeria de Fotos
    • Lançamentos anuário ArqSC
  • Colaboradores
  • Anuário
    • Edições on-line
    • Perfil da Revista
    • Anuário: últimas notícias

© 2026 ArqSC - Portal de Arquitetura, Interiores, Design e Arte de Santa Catarina - Todos os Direitos Reservados.

Utilizamos ferramentas e serviços de terceiros que utilizam cookies. Essas ferramentas nos ajudam a oferecer uma melhor experiência de navegação no site. Ao clicar no botão "Aceitar" ou continuar a visualizar nosso site, você concorda com o uso de cookies em nosso site.